OBS.: Serão oferecidas tantas disciplinas quantas sejam necessárias para o cumprimento da carga horária presencial obrigatória, não contemplando, necessariamente, todo o elenco abaixo.

DOUTORADO EM SAÚDE PÚBLICA

PENSAMENTO CRÍTICO E PESQUISA CIENTÍFICA

EMENTA:
O conhecimento científico – conceito e características - breve história da ciência - O pensamento científico face às mudanças de paradigmas na sociedade pós-moderna - ética na pesquisa e na produção científica - Desenvolvimento do pensamento crítico, reflexivo e interdisciplinar na construção do conhecimento.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA (outras fontes podem ser recomendadas)

BERTICELLI, Ireno Antonio. Epistemologia e educação - da complexidade, auto-organização e caos. São Paulo: Argos, 2006.
GHIRALDELLI, Paulo. Filosofía da Educação. São Paulo: Manole, 2003.
SAVIANI, Demerval. Escola e Democracia. 35ª ed. São Paulo: Cortez,1997.
VASCONCELLOS, Maria José Esteves. Pensamento Sistêmico – o novo paradigma da ciência. Campinas: Papirus, 2002.

 

CIÊNCIA, TECNOLOGIA E SOCIEDADE

EMENTA:
Novas tecnologias e mudança social – novas tecnologias aplicadas à saude - da primeira revolução industrial à era da Big Science - Agentes sociais e novas dinâmicas da tecnologia. - Sistemas de inovação e competitividade - O sistema nacional de inovação - Estudos de políticas em setores e tecnologias estratégicas.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA (outras fontes podem ser recomendadas)

CASTELLS, M. A Sociedade em Rede. São Paulo: Paz e Terra, 1999
DUPAS, G. Economia global e exclusão social - pobreza, emprego, estado e o futuro do capitalismo. São Paulo: Paz e Terra, 2000.
HOBSBAWN, E.J. A Era das Revoluções. São Paulo: Paz e Terra, 1982
LASTRES, H. M. ; CASSIOLATO, J. E. ; ARROIO, A. (coord.). Conhecimento, Sistemas de Inovação e Desenvolvimento. Coleção Economia e Sociedade, Rio de Janeiro: Editora UFRJ, 2005.
SZMRECSÁNYI, T. Esboços de História Econômica da Ciência e da Tecnologia. In SOARES, L. C. Da Revolução Científica à Big (Business) Science. Hucitec/Eduff, 2001

 

BIOESTATÍSTICA

EMENTA:

Estudo dos conceitos estatísticos básicos - principais coeficientes e indicadores de saúde - coleta e análise descritiva de dados - qualidade de testes diagnósticos – fundamentos de probabilidade -  construção de faixas de referência -  organização de pesquisas - interpretação de resultados, leitura e utilização das técnicas apresentadas na área de saúde.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA (outras fontes podem ser recomendadas)

ARANGO, H. G. Bioestatística Teórica e Computacional. Rio de Janeiro: Guanabara-Koogan, 2001.
MORETTIN, P. A. ; BUSSAB, W. O. Estatística Básica. São Paulo: Atual, 1987.
SPIEGEL, M. R. Probabilidade e Estatística. São Paulo: McGraw-Hill, 1978.
VIEIRA, S. ; WADA, R. Estatística: Introdução Ilustrada. 2ª ed. , São Paulo: Atlas, 1998.
VIEIRA, S. Introdução à Bioestatística. Rio de Janeiro: Campus, 1998.
VIEIRA, S. ; HOFFMANN, R. Estatística Experimental. São Paulo: Atlas, 1999.

 

POLÍTICAS DE SAÚDE PÚBLICA

EMENTA:
Políticas de saúde no âmbito do Mercosul - Estado e políticas sociais - O Sistema único de saúde - previdência social – Política Nacional de Ciência - Tecnologia e Inovação em Saúde - Avanços no século XX e desafios para o Século XXI.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA (outras fontes podem ser recomendadas)

BODSTEIN, R. C. A. Estado de bem-estar social e cidadania: questões para o debate sobre políticas sociais. Saúde em Debate 30: 21-25, 1990(?).
CAMPOS. G.W. S. “Sobre a reforma dos modelos de atenção: um modo mutante de fazer saúde” [pp. 58-75] In: ________. Considerações sobre a arte e a ciência da mudança: revolução das coisas e reforma das pessoas. O caso da saúde (cap. 1). In: Cecílio
CAPISTRANO FoD. O programa de saúde da família em São Paulo. Estudos Avançados 13(35): 89-100, 1999.
CARVALHO B. G; MARTIN G.B. ; CORDONI JUNIOR, L. A organização do sistema de saúde no Brasil (cap. 2). In: ANDRADE, S. M, SOARES, D. A, CORDONI JUNIOR, L. (orgs.). Bases da Saúde Coletiva. Londrina: UEL/Abrasco, 2001. p. 27-59.
COSTA N. R. O Banco Mundial e a política social nos anos 90. In: COSTA N. R; RIBEIRO, J. M. (orgs.). Política de Saúde e Inovação Institucional: uma agenda para os anos 90. Rio de Janeiro: ENSP, 1996. p. 13-29.
COSTA, N. R. Reforma do Estado e o setor saúde: a experiência brasileira da última década. In: Ministério da Saúde. Caderno da 11ª Conferência Nacional de Saúde. Brasília: Ministério da Saúde, s.d. [2000] pp. 3-20.
FRANCO, T. B. ; MERHY, E. E. Programa de Saúde da Família: contradições de um programa destinado à mudança do modelo assistencial. São Paulo – Campinas:  1999, 34p.
GOUVEIA, R. ; PALMA, J. .J. L. O SUS no contexto neoliberal [p.141-143] In: ________. O SUS: na contramão do neoliberalismo e da exclusão social. Estudos Avançados 13(35), p. 139-146, 1999.
LAURELL, A. C. Avançando em direção ao passado: a política social do neoliberalismo. In: ________ (org.). Estado e Políticas Sociais no Neoliberalismo (1992). Trad. CONTRERA, R. L. São Paulo: Cortez/Cedec, 1995. p. 151-178.
LCO (org.). Inventando a Mudança na Saúde. São Paulo: Hucitec, 1994. p. 29-87.
MARQUES, R.M. ; MENDES, A. O financiamento da atenção à saúde no Brasil. In: MENDES, E.V. ; TEIXEIRA, C.F. ; ARAÚJO, E.C. ; CARDOSO, M. R. L. Distritos sanitários: conceitos-chave (cap. 3). In: MENDES, E. V. (org.). Distrito Sanitário. O Processo Social de Mudança de Práticas Sanitárias do Sistema Único de Saúde  (1993). 3ª ed. São Paulo: Abrasco/Hucitec, 1995, p. 159-185.
[mimeo] Programa de Saúde da Família: contradições e novos desafios. Disponível em: www.datasus.gov.br/cns. 8p. [versão resumida] revista e ampliada. São Paulo: Hucitec, 1993. p. 37-63.
MINISTÉRIO DA SAÚDE. Saúde da Família: uma estratégia para a reorientação do modelo assistencial(1997). 2ªed. Brasília: MS, 1998. 36p.
SOARES, L. T. R. Saúde. [p. 244-257] In: ________. Brasil (cap. II). In: ________. Ajuste Neoliberal e Desajuste Social na América Latina . Rio de Janeiro: UFRJ, 1999. p. 153-335.
TAPAJÓS, R. História das Políticas de Saúde no Brasil [vídeo]. São Paulo: SMS – SP: Cefor, 1992.
TEIXEIRA, C.F. ; PAIM, J. S;  VILASBOAS, A. L. SUS - modelos assistenciais e vigilância da saúde. Informe Epidemiológico do SUS VII(2), 1998, p. 7-28.
TEIXEIRA S. C. S. ; MONTEIRO V. O. ; MIRANDA, V. A. O programa médico de família no município de Niterói. Estudos Avançados 13(35), 1999, p. 147-155.
TERENCE, M. F. ; JUNQUEIRA, V. O Sistema Único de Saúde e a NOB 96: um passo adiante, dois passos atrás (versão preliminar). São Paulo, s.d. [1997-98] 15p. [mimeo]
URIBE, Rivera F. J. Planejamento de saúde na América Latina: revisão crítica (cap. 1). In: URIBE, Rivera F. J. (org.), TESTA, M. ; MATUS C. Planejamento e Programação em Saúde: um enfoque.

 

EPIDEMIOLOGIA EM SAÚDE PÚBLICA

EMENTA:
Evolução histórica e áreas de aplicação da epidemiologia - Vigilância epidemiológica  - crescimento demográfico e epidemiologia – Epidemiologia descritiva: variáveis relativas aos hospedeiros, ao ambiente e ao tempo - epidemiologia analítica: tipos de estudos epidemiológicos e suas aplicações - Epidemiologia clínica: testes de diagnóstico e principais características dos testes de diagnóstico.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA (outras fontes podem ser recomendadas)

BARATA, R. B. ; BRICÊNO Leon, R. (orgs). Doenças endêmicas abordagens sócias, culturais e comportamentais. Rio Janeiro: FIOCRUZ, 2000.
HENNEKENS, C.H.; Buring, J.E. Epidemiology in Medicine. Boston, Little, Brown and Company, 1987.
HULLEY SB, Cummings SR, Browner WS, Grady D, Hearst N, Newman TB. Delineando a pesquisa clínica. Uma abordagem epidemiológica. Trad. Michael Schmidt Duncan e Ana Rita Peres. 2ª ed. Porto Alegre: Artmed, 2003., Oxford University Press; 1982.
MINISTÉRIO DA SAÚDE. FUNDAÇAO NACIONAL DA SAÚDE. Guia de Vigilância Epidemiológica. 5ªed. Brasília: FUNASA, 2002.
MINISTÉRIO DA SAÚDE. FUNDAÇAO NACIONAL DA SAÚDE. Situação da Prevenção e Controle das doenças transmissíveis no Brasil. Brasília: FUNASA, 2002.
ROSEN, Uma história de Saúde Pública. São Paulo: Hucitec. Editora da Universidade Paulista: Rio de Janeiro: Associação Brasileira de Pós-Graduação em Saúde Coletiva. 1994, 400p.
SABROZA, P.C; Kawa, H.; CAMPOS, W.S.P. Doenças transmissíveis: Ainda um desafio. In: Minayo, M.C. S. (org). pp.57-77. Os muitos Brasis.Saúde e População na década de 80. São Paulo: Rio de Janeiro: Hucitec/ABRASCO, 1995.
SABROZA, P.C. Toledo, L.M.; Osanai, C.H. A Organização do Espaço e os processos Endêmicos-Epidêmicos. In: Leal, M. C. et al (Orgs) Saúde, Ambiente e Desenvolvimento., pp.177-244. São São Paulo: HUCITEC/ABRASCO. 1992.
SANTOS, M.; Silveira, M.L. O Brasil: território e Sociedade no início do século XXI. In: O território Brasileiro: no Passado e No Presente. Rio de Janeiro: Record, 2001.

 
SAÚDE E DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL
EMENTA:
Histórico, marcos conceituais e desafios - as relações entre Desenvolvimento Sustentável e Promoção de Saúde -  a“Carta de Ottawa” e a “Política Nacional de Promoção de Saúde” (do Ministério da Saúde do Brasil) – a função do governo, da sociedade e dos cientistas - interação saúde, meio ambiente e desenvolvimento sustentável - as mudanças ambientais globais e suas implicações na saúde.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA (outras fontes podem ser recomendadas)

BARBIERI, José Carlos. Desenvolvimento e meio ambiente: as estratégias da Agenda 21. Petrópolis: Vozes, 1997.
BOFF, L. Ecologia: grito da terra, grito do pobre. São Paulo: Ática, 1996.
BRILHANTE, O. M.; CALDAS, L. Q. Gestão e avaliação de risco em saúde ambiental. Rio de Janeiro: FIOCRUZ, 1999.
GUATTARI, Félix. As três ecologias. 6ª ed. São Paulo: Papirus, 1997.
GUTIÉRRÉZ, F.; PRADO, C. Ecopedagogia e cidadania planetária. 2ªed. São Paulo: Cortez: Instituto Paulo Freire, 2000 (Guia da Escola Cidadã; v.3)
KOLLER, Silvia Helena (Org). Ecologia do desenvolvimento humano. São Paulo: Casa do Psicólogo, 2004.
LOUREIRO, Carlos Frederico B. (Org). Sociedade e Ambiente: a educação ambiental em debate. São Paulo: Cortez, 2006.
LEFF, Enrique. Epistemologia Ambiental. 2ª ed. São Paulo: Cortez, 2004.
MINISTÉRIO DA SAÚDE. Promoção da saúde: Carta de Ottawa, Declaração de Adelaide, Sundsvall e Santa Fé de Bogotá. Brasília: Ministério da Saúde, 1996.
MENDES, E. V. Uma agenda para a saúde. São Paulo: Hucitec, 1996.
MERHY, E. E. ; ONOCKO, R. (Orgs.) Agir em saúde: um desafio para o público. São Paulo: Hucitec, 1997.
MINAYO, M. C., MIRANDA, A. C. (Orgs.) Saúde e Ambiente Sustentável: estreitando nós. Rio de Janeiro: FIOCRUZ, 2002.
OLIVEIRA, E. M. Educação ambiental: uma possível abordagem. Brasília: IBAMA, 1998.
ORGANIZAÇÃO PANAMERICANA DA SAÚDE. Atenção primária ambiental. Brasília: OPAS, 1999. (Divisão de Saúde e Ambiente)
PATRICIO, Zuleica M. ; CASAGRANDE, Joacir L. ; ARAÚJO, Marízia F. (Orgs.) Qualidade de vida do trabalhador: uma abordagem qualitativa do ser humano através de novos paradigmas. Florianópolis: Editora do Autor, 1999.
SISINNO, C. L. S. ; OLIVEIRA, R. M. (Orgs.) Resíduos sólidos, ambiente e saúde: uma visão multidisciplinar. Rio de Janeiro: FIOCRUZ, 2000.
TRIGUEIRO, André  (Org). Meio Ambiente no Século 21 - 21 especialistas falam da questão ambiental nas suas áreas de conhecimento. Rio de Janeiro: Sextante, 2003.
UNESCO. Educação para um futuro sustentável: uma visão transdisciplinar para uma ação compartilhada. Brasília: IBAMA, 1999.
VALLA, V. V., STOTZ, E. N. Educação, saúde e cidadania. 2ª ed. Petrópolis: Vozes, 1999.
VASCONCELOS, E. M. Educação popular e a atenção à saúde da família. São Paulo: Hucitec, 2002.
VIOLA, Eduardo J. et al. Meio ambiente, desenvolvimento e cidadania:desafio para as ciências sociais. 2ª ed. São Paulo: Cortez, 1995.

 
SAÚDE E TRABALHO
EMENTA:
Ambiente laboral  e saúde - acidentes de trabalho - anamnese ocupacional - toxicologia ambiental e ocupacional - monitoramento clínico e epidemiológico das substâncias químicas - Biossegurança.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA (outras fontes podem ser recomendadas)

ABRAMO, L. N. A Subjetividade de trabalho frente à automação, 1988. In: ABRAMO, L.N. ; SOUZA, N. H. ; DIAZ, A. ; FALABELLA, G., SILVA, R. A. Automação e movimento sindical no Brasil. São Paulo: Hucitec/CEPEC OIT/PNVD/IPEA.
ANGERAMI, V. A. Crise, trabalho e saúde mental no Brasil. São Paulo:Traço Editora, 1986.
ARAÚJO, T ; SILVANY, A. S. Condições de trabalho e saúde dos professores da rede particular de ensino. Sindicato de Professores da Bahia. Salvador: CNTEE – Grifo, 1998.
BORGES, L. H. Transtornos mentais menores entre trabalhadores de uma usina siderúrgica. 1990. Dissertação (Mestrado em Medicina Preventiva) – Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo, 1990.
BRAVERMAN, H. O Trabalho e o Capital Monopolista: A degradação do Trabalho no Século XX. 3ª ed. São Paulo: Editora Zahar, 1980.
BROADHEAD, W. E. ; Kaplan, B.H. ; James, S. A. ; Wagner, E. H., Schoenbach, V. J. ; GRIMSON, R. ; HEYDEN, S. ; TIBBLIN, G. ; GEHLBACH, S. The epidemiologic evidence for a relationship between social support and health. Journal of Epidemiology, May 1983. 117 (5), p. 521-537.
BRUMER, A. O sexo da ocupação: consideracões teóricas sobre inserção damão-de-obra feminina na força de trabalho. Revista Brasileira de Ciências Sociais, 1988.
CASSEL, J. Psychosocial processes and stress: theoretical formulation. International Journal of Health Services. 1974. 4 (3), p. 471- 482. Traduzido por Oliveira, S.G.Escola de Saúde de Minas Gerais, mimeo, s/d.
DEJOURS, C. A Loucura do Trabalho. São Paulo: Oboré, 1982.
DEJOURS, C. Por um novo conceito de saúde. Revista Brasileira de Saúde Ocupacional, 1986, 54 (14), p. 7-11.
DEJOURS, C. A loucura do trabalho - estudo da psicopatologia do trabalho. São Paulo: Cortez/Oboré, 1987.
DEJOURS, C. Transtornos mentales relacionados con el trabajo. In: Kalimo R., El-Batawi, M., Cooper, C., Los factores psicosociales en el trabajo y su relacion con la salud. Ginebra: Organización Mundial de la Salud, 1988.
DEJOURS, C. Introdução à psicopatologia do trabalho. In: HIRATA, H. (org)  Divisão capitalista do trabalho. Tempo Social: Revista de Sociologia. São Paulo: USP, 1989, 1 (2), p. 73-103.
DEJOURS, C. Normalidade, trabalho e cidadania (Entrevista). Cadernos do Conselho Regional de Psicologia. São Paulo, nº 06, out., 1991.
DEJOURS, C. Uma nova visão do sofrimento humano nas organizações. In: CHANLAT, J.F. (org), O indivíduo na organização: dimensões esquecidas, São Paulo: Atlas, 1992.
DEJOURS, C. ; ABDOUCHELI, E ; JAYET, C. Psicodinâmica do Trabalho - contribuições da escola Dejouriana à análise da relação prazer, sofrimento etrabalho. São Paulo: Atlas, 1994.
DEJOURS, D; DESSORS, D. ; DESRIAUX, F. Por Um Trabalho, Fator Diesat. FACCHINI, L. A., WEIDERPASS, E., DALL, A. M. M., CARDOSO, A. S. : BENVEGNU, L. A. Morte lenta no trabalho. São Paulo: Oboré. 1993, 1989,1992.
DIAS E. C. ; MELO, E. M. Políticas públicas em segurança e saúde do trabalho. In R. MENDES. Patologia do Trabalho. 2ª ed. São Paulo: Atheneu, 2005. p. 1683-1720.
DIAS E. C. ; HOEFEL, M.C.  O desafio de implementar as ações de saúde do trabalhador no SUS: a estratégia da RENAST. Ciência & Saúde Coletiva 10 (4), 2005, p. 817-828.
GÓMEZ, C. M. ; LACAZ, F. A. C. Saúde do trabalhador: novas e velhas questões. Ciência & Saúde Coletiva 10, (4), 2005, p. 797-807.
LAURELL, A. C. Processo de trabalho e saúde. Saúde em Debate. (11), 1981, p. 8-22.
MENDES, R. Aspectos históricos da patologia do trabalho. In R. Mendes. Patologia do Trabalho. 2ª ed. São Paulo: Atheneu, 2005. p. 3-46.
MENDES, R. Conceito de Patologia do Trabalho. In: R Mendes. Patologia do Trabalho. 2ª. ed. São Paulo: Atheneu, 2005, p. 47-92.
NEFFA, J. C. Que son las condições y medio ambiente de trabajo? Proposta de una nueva perspectiva. Buenos Aires: Humanitas – CEIL, 1998.
PORTO, M. F. Saúde do Trabalhador e o desafio ambiental: contribuições do enfoque ecossocial, da ecologia política e do movimento pela justiça ambiental. Ciência & Saúde Coletiva 10 (4), 2005, p. 829 - 839.
ROSEN, G. Da policia médica à medicina social. Trad. Ângela Loureiro. Rio de Janeiro: Graal, 1980.
SANTANA, V. ; Nobre L. ; WALDVOGEL, B. C. Acidentes de trabalho no Brasil entre 1994 e 2004. Ciência & Saúde Coletiva 10 (4), 2005, p. 841-855.
WISNER, A. Por dentro do trabalho : ergonomia: método & técnica. São Paulo: FTD / Oboré, 1987.

 

TEORIAS PSICOSSOCIAIS E SAÚDE

EMENTA:

Questões históricas e de desenvolvimento da atenção psicossocial – modelos e práticas institucionalizadas de atenção à saúde psicossocial - métodos de pesquisa em psicologia da saúde - estudos sobre o sofrimento humano na contemporaneidade no âmbito do enfoque da psicologia.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA (outras fontes podem ser recomendadas)

ANGERAMI-CAMON, V. A. (org) Psicologia da Saúde: um novo significado para a prática clínica. São Paulo: Pioneira Thompson Learning, 2002.
ANGERAMI-CAMON, V. A. A Psicologia no Hospital. 2ª ed. São Paulo: Pioneiras Thomson Learning, 2003.
ANGERAMI-CAMON, V. A. A Doença, a Psicologia e o Hospital. São Paulo: Pioneira Thomson Learning, 2004.
ANGERAMI-CAMON, V. A. Tendências em Psicologia Hospitalar. São Paulo: Pioneira Thomson Learning, 2004.
CAMPOS, R. O. ; et. al. Pesquisa avaliativa em saúde mental: desempenho participativo e efeitos de narratividade. São Paulo: Aderaldo & Rothschild, 2008.
DALLY, Peter. Psicologia e psiquiatria na enfermagem. São Paulo: EPU, 2002.
DIAS, A. C. (org.) Psicologia e saúde: pesquisas e reflexões. RS - Santa Maria: UFSM, 2009.
DIMENSTEIN, Magda Diniz Bezerra. O psicólogo nas Unidades Básicas de Saúde: desafios para a formação e atuação profissionais. Estudos de Psicologia. (Natal) [online]. 1998, vol. 3, no. 1 [cited 2008-08-15], pp. 53-81
GARRAFA, V.; PORTO, D. Bioética, poder e injustiça; por uma ética de intervenção. In: O Mundo da Saúde. 26, 26 (1), São Paulo: Centro Universitário São Camilo, janeiro/março 2002. (03-05).
HERRMANN, Fabio; Lowenkron, Theodor (orgs.). Pesquisando com método psicanalítico. São Paulo: Casa do Psicólogo, 2004.
MEZAN, R. Escrever a clínica. São Paulo: Casa do Psicólogo, 1998.
MINAYO, M. C.de S. (Org.) O desafio do conhecimento: pesquisa qualitativa em saúde. 11ª ed. São Paulo: Hucitec, 2008.
NEME, C. M. B. ; RODRIGUES, O. M. P. R. (org.) Psicologia da Saúde: perspectivas interdisciplinares. São Carlos: Rima, 2003.
OLIVEIRA, V.B.; YAMAMOTO, K. (org.). Psicologia da Saúde: temas de reflexão e prática. São Bernardo do Campo: UNESP, 2003.
REMEN, Rachel Naomi. O paciente como ser humano. 2ª ed. São Paulo: Summus, 1993.
SADOCK, Benjamin James; SADOCK, Virginia Alcott. Compêndio de Psiquiatria: Ciência Do Comportamento e Psiquiatria Clínica. 9ª ed. São Paulo: Artmed, 2007.
SOUSA, A. M. et. al. Psicologia, saúde e educação: Desafios na realidade amazônica. São Carlos: Pdros & João Editores, 2009.
SOUSA, E. O doente psiquiátrico no hospital geral: as representações da loucura pelos enfermeiros e suas implicações no cuidar. Rio de Janeiro:Unirio, 2000.
TURATO, E. R. (org,) Psicologia da Saúde: estudos clínico-qualitativos. Taubaté: Cabral Editora e Livraria Universitária, 2003.

 
AVALIAÇÃO DOS SISTEMAS E SERVIÇOS DE SAÚDE
EMENTA:
Avaliação no contexto das práticas sociais - Principais vertentes em avaliação em saúde e sua articulação com a epidemiologia e as políticas em saúde - Aspectosconceituais e linhas metodológicas da Avaliação - Análise de situações reais de utilização da pesquisa avaliativa.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA (outras fontes podem ser recomendadas)

ANDRADE S. M. O. ; TANAKA O.Y. A avaliação de resultados em saúde sob a perspectiva do interacionismo interpretativo. Revista do IMIP, 14 (1), 2000, p. 7-12.
BECKER D. ; EDMUNDO K. ; NUNES N. R. Empowerment e avaliação participativa em um programa de desenvolvimento local e promoção da saúde. Ciências e Saúde Coletiva, 9 (3), 2004, p. 655-667.
BOSI M. L. M. ; MERCADO, F. J.  (Orgs). Avaliação Qualitativa de Programas de Saúde: enfoques emergentes. Petrópolis: Vozes, 2006.
DESLANDES S. F. ; ASSIS,  S. G. Abordagens quantitativa e qualitativa em saúde: o diálogo das diferenças. In: Caminhos do pensamento: epistemologia e método. Minayo M. C. S. ; Deslandes S. F. (Orgs.), Rio de Janeiro: FIOCRUZ, 2002, p. 195-223.
DONABEDIAN A. The Quality of Care ? How Can It Be Assessed?. JAMA, 260 (12): 1743 ? 1748, 1988.
ESPÍRITO SANTO A. C. G. Avaliação formal e informal dos serviços de saúde : um estudo de caso. 1993. Tese de doutorado – Faculdade de Saúde Pública da USP.
ESPÍRITO SANTO A. C. G. O controle de qualidade dos serviços de saúde. Revista do IMIP v.6, p. 26-27, 1992.
GUBA E. ; LINCOLN, Y. The coming of age of evaluation. In : Fourth generation evaluation. Newbury Park , CA : Sage Publications , 1989, p. 21- 49.
HARTZ Z, SILVA L. Avaliação em saúde: dos modelos teóricos à prática na avaliação de programas e sistemas de saúde. Salvador: EDUFBA; Rio de Janeiro: FIOCRUZ, 2005.
NOVAES H. M. D. ; Tanaka O. Y. A epidemiologia na avaliação dos serviços de saúde: a discussão da qualidade. Revista Saúde e Sociedade, São Paulo, 4 (1-2), p.111-113, 1995.
NOVAES H. M. D. Avaliação de programas, serviços e tecnologias em saúde. Revista Saúde Pública, São Paulo: (34) 5, 2000.
PATTON, M. Q . Variety in qualitative inquiry. In : Qualitative research & evaluation methods ? 3rd ed. Thousand Oaks, CA : Sage Publications , 2002, p. 75 - 123.
PEDROSA J. I. S. Perspectivas na avaliação em promoção da saúde: uma abordagem institucional. Ciências - Saúde coletiva, (9) 3, p. 617-626, 2004.
POTVIN L et al. Beyond Process & Outcome Evaluation: a Comprehensive Approach for Evaluating Health Promotion Programmers. In : Evaluation in Health Promotion: Principles & Perspective (Rootman et al. ed) WHO Regional Publications, European Series 92. 2001.
SILVA, L. M. V. ; FORMIGLI, V. L. A. Avaliação em saúde: limites e perspectivas. Cadernos de Saúde Pública, 10 (1), p. 80-91, 1994.
TANAKA O. U. ; MELO C. Reflexões sobre a avaliação de programas e serviços de saúde e a adoção das abordagens qualitativa e quantitativa. In: Pesquisa Qualitativa de Serviços de Saúde. Maria Lucia Magalhães Bosi e Francisco Javier Mercado (Orgs). Petrópolis: Vozes, 2004, p. 121 - 136.
TANAKA O. U. ; MELO C. Avaliação de programas de saúde do adolescente: um modo de fazer. São Paulo: Edusp, 2001.
UCHIMURA K. Y. ; BOSI M. L. M. Qualidade e subjetividade na avaliação de programas e serviços em saúde. Cadernos de Saúde Pública, 18 (6): 1561 ? 1569, 2002.
VIACAVA, F. ; ALMEIDA, C. ; CAETANO, R. Uma metodologia de avaliação do desempenho do sistema de saúde brasileiro. Ciência e Saúde Coletiva, (9)3, 711-724, 2004.
VIDAL A. S. ; FRIAS, P. G. ; MARQUES, N. M. Avaliação normativa das ações do Programa de Atenção Integral à Saúde da Criança (PAISC) em Pernambuco. Revista Brasileira de Saúde Materno- Infantil, 1 (2): 129 ? 135, 2001.
WORTHEN B. R. ; SANDERS J. ; FITZPATRICK J. L. Avaliação de Programa: concepções e práticas. São Paulo: Gente, 2004.

 
PLANEJAMENTO E GESTÃO EM SAÚDE
EMENTA:
Planejamento e gestão nos dias atuais -  Planejamento estratégico na área de saúde –  métodos e técnicas – Avaliação e estratégias de operacionalização do planejamento em saúde.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA (outras fontes podem ser recomendadas)

AGUILAR, M. J. ; ANDER-EGG, E. Avaliação de serviços e programas sociais. Rio de Janeiro - Petrópolis: Vozes, 1994.
ARAÚJO, A. L. A. ET AL. Perfil da assistência farmacêutica na atenção primária do Sistema Único de Saúde. Ciência e Saúde Coletiva, 13 (Supl): 611-617, 2008.
ARTMAN, E. ; AZEVEDO, C. S. ; SÁ, M. C. Possibilidades de aplicação do enfoque estratégico de planejamento no nível local de saúde: análise comparada de duas experiências. Cadernos de Saúde Pública, 13(4): 723-740, out-dez, 1997.
BARBOSA, P. R. ; LIMA, S. M. L. Gestão em Saúde: bases para maior responsabilidade, eficiência e eficácia. Curso de Capacitação para Gestores Municipais do Sistema de Saúde de Pernambuco. Textos complementares. NESC/FIOCRUZ/PE, p.7-13. Recife, 1998.
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MENDES G. , R. B. ; NEMES, M. I. B. ; SCHRAIBER, L. B. Saúde do adulto: programas e ações na Unidade Básica. 2ª ed. São Paulo: Hucitec, , 2000.
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PROTEMPG - CNPq. A gestão como tecnologia: Teoria Geral da Administração (TGA) e Planejamento Social. Programa Multiinstitucional em Planejamento e Gestão. Projeto Escola de Governo. p. 14-24. UNICAMP, 1997.
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POLÍTICAS DE SAÚDE PARA A FAMÍLIA
EMENTA:
Práticas em Promoção de Saúde da família - métodos e procedimentos para estudo de saúde das famílias - Redes de apoio e suporte social - modelos de intervenções - Inovações para Promoção de Saúde nas famílias.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA (outras fontes podem ser recomendadas)

CROMBERG, R. U. Cena Incestuosa. São Paulo: Casa do Psicólogo, 2001.
FERRARI, D. C. A. ; VECINA, T. C. C. O fim do silêncio na violência familiar - teoria e prática. São Paulo: Ágora, 2002.
MARIN, K. da S. I. Violências. São Paulo: Escuta/Fapesp, 2002.
MUSKAT, M. E. (org) - Mediação de Conflitos: pacificando e prevenindo a violência. São Paulo: Summus, 2003.
OLIVEIRA, I. de M. C. ; PAVEZ, G. A. ; SCHILLING, F. Reflexões sobre Justiça e Violência – O atendimento a familiares de vítimas de crimes fatais. São Paulo: EDUC, 2002.
TELES, M. A. A. ; MELO, M. O que é Violência contra as mulheres. São Paulo: Brasiliense, 2002.

 

TÓPICOS EM PROMOÇÃO DA SAÚDE

EMENTA:
Aspectos históricos e conceituais na área de Promoção de Saúde - comunidade e participação comunitária - Organização sanitária ao longo da história da saúde pública em diferentes regiões - equidade e direitos em saúde - qualidade de vida - integralidade e humanização nas ações de saúde entre outro
BIBLIOGRAFIA BÁSICA (outras fontes podem ser recomendadas)

AKERMAN, M. et al. Delineando um marco conceitual para a Promoção da Saúde e Qualidade de Vida. Rio de Janeiro-Porto Alegre: Abrasco-Pró-GT de Promoção da Saúde e DLIS,  2003.
AKERMAN, M ; MENDES, R ; BOGUS, C. M. Avaliação em promoção da saúde: foco no "município saudável". Revista de Saúde Pública 36(5): 638-646. 2002.
ARROYO, H. (ed.) La promoción de la salud en América Latina: modelos, estructuras y visión crítica. San Juan: Universidad de Porto Rico. 2004.
BECKER, D. Organizações da sociedade civil e políticas públicas em saúde, p.117-134. In J Garcia, L Landim & H Dahmer. Sociedade e políticas: novos debates entre ONGs e universidades. Rio de Janeiro: Revan, 2003.
BECKER, D. et al. Iniciativa de Vila Paciência: desenvolvimento local e promoção da saúde em cenário de grave exclusão. VII Congresso Brasileiro de Saúde Coletiva, Rio de Janeiro: Abrasco, vol. I, 2003.
BUSS,P. M. Promoção da saúde e qualidade de vida. Ciência e Saúde Coletiva 5(1):163-177. 2000.
BUSS,P. M. ; FERREIRA JUNIOR. O que o Desenvolvimento Local tem a ver com a Promoção da Saúde? p. 15-37. In: L. Zancan, R. Bodstein ; W. B Marcondes (orgs.). Promoção da Saúde como caminho para o DesenvolvimentoLocal, Rio de Janeiro: . Abrasco, 2002.
FAERSTEIN, E. O debate sobre qualidade de vida e saúde:outros aspectos a considerar. Ciência e Saúde Coletiva 5(1):22-24. 2000.
FERRAZ, S. T. Cidades saudáveis: uma urbanidade para 2000. Brasília, Paralelo 15,1999.
GALVÃO, J. A. Agenda de Construção de uma Epidemia. ABIA-Ed. 34, Rio de Janeiro-São Paulo: 2000.
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ZANCAN, L. ; R. BODSTEIN, R. ; MARCONDES, W. B. (orgs.). Promoção da Saúde como caminho para o Desenvolvimento Local. Rio de Janeiro: Abrasco

 
SEMINÁRIO DE PESQUISA I
EMENTA:
Apresentação de projetos de pesquisa pelos alunos com foco na discussão, análise e compartilhamento de conhecimentos - Discussão e análise das etapas previstas na elaboração da tese - acompanhamento do processo de elaboração da tese de cada aluno.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA (outras fontes podem ser recomendadas)

 

 
SEMINÁRIO DE PESQUISA II
EMENTA:
Apresentação de projetos de pesquisa pelos alunos com foco na discussão, análise e compartilhamento de conhecimentos - Discussão e análise das etapas previstas na elaboração da tese - acompanhamento do processo de elaboração da tese de cada aluno.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA (outras fontes podem ser recomendadas)