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08.04.19

APOSTA DO GOVERNO PARA EAD, UNIVESP TEM ALTA EVASÃO


fonte: ISABELA PALHARES - TERRA EDUCAÇÃO – 04/04/2019 – SÃO PAULO, SP

Criada com o objetivo de ampliar o acesso ao ensino superior, a Universidade Virtual do Estado de São Paulo (Univesp) conseguiu que apenas 174 alunos concluíssem a graduação nos últimos cinco anos. A instituição é a única estadual paulista a ofertar cursos na modalidade de ensino a distância (EAD), mas sofre com a alta taxa de evasão e baixa procura de alunos. Após dois anos ampliando o número de vagas, o governo estadual anunciou que vai encolher a oferta.

A instituição iniciou suas atividades em 2014 com a oferta de 3,3 mil vagas e no ano seguinte, de 918. Seguindo o tempo correto de graduação, esses alunos deveriam ter se formado ao final de 2017 e 2018. No entanto, até agora, há apenas 174 formados e 737 em fase final de conclusão - menos de 30% dos que entraram na primeira turma.

Nos últimos quatro anos, o número de vagas ofertadas nos vestibulares da instituição cresceu mais de 1.000%, passando de 3,3 mil, em 2014, para 42 mil, no ano passado. No entanto, a universidade tem dificuldade para preencher todas as vagas criadas - das 21.650 abertas em agosto de 2018, só 16 mil foram preenchidas. Ou seja, 35% não tiveram interessados. Além disso, as graduações têm uma taxa média de desistência no primeiro semestre do curso de 32%.

`A instituição se esforçou para ampliar o número de vagas e cursos ofertados, mas não consegue fazer esse aluno ficar e se formar, o que deveria ser o mais importante`, diz Rodolfo Azevedo, presidente da Univesp. Por isso, segundo ele, a universidade pretende no próximo vestibular, em agosto, abrir menos vagas (5 mil) e iniciar um processo para redimensionar a oferta de acordo com a demanda regional.

Azevedo avalia que a expansão dos últimos anos não levou em conta o tamanho e as especificidades dos municípios. Ele conta, por exemplo, que há cidades com 10 mil habitantes que tiveram a oferta de mais de 250 vagas em um único vestibular - a maioria das novas vagas foi aberta em pequenos municípios, em regiões afastadas da Grande São Paulo, onde não existia nenhum curso superior público. `Sabemos que, em média, 1% da população de cada município conclui o ensino médio a cada ano. A oferta tem de ser pensada dentro dessa proporção`, afirma o presidente.

Mesmo com uma população um pouco maior, o polo de Borborema, cidade de 14 mil habitantes na região de Araraquara, não conseguiu preencher e manter os alunos. No último vestibular, por exemplo, foram oferecidas cem vagas para os cursos de Pedagogia e Engenharia de Produção - continuam frequentando as aulas 36 e 19 alunos, respectivamente.

Tatiane Salomão, orientadora do polo, diz que as desistências ocorrem principalmente quando os alunos não conseguem acompanhar o conteúdo ou ter disciplina para estudar em casa. Foi o caso do funcionário público Diogo Vanalli, de 25 anos, que entrou em Engenharia de Produção no ano passado, mas abandonou a graduação no semestre seguinte do ingresso. `Eu estava gostando, mas faltava tempo para estudar, as disciplinas eram puxadas e não tinha como tirar muitas dúvidas`, conta.

Segundo Azevedo, a instituição prepara um estudo para identificar os principais problemas de preenchimento e permanência nas vagas. No entanto, diz já ter identificado que procedimentos internos `prendem` alunos nos cursos quando há reprovação em uma disciplina. Há também problemas burocráticos e faltam apoio e acompanhamento dos estudantes durante os estudos.

Aos 40 anos, Ricardo Firmino decidiu fazer sua segunda graduação pela Univesp em 2017. Apesar de a formação em Pedagogia ser um sonho antigo, ele conta que já pensou em desistir do curso por conta dos problemas administrativos. `As aulas são ótimas e o conteúdo, puxado e denso. O problema é que o aluno fica muito abandonado. Eu consegui um estágio há dois meses e até agora não obtive a assinatura da universidade.`

Azevedo destaca também a questão da formação deficiente no ensino médio nas disciplinas de exatas e biológicas. `Precisamos dar ferramentas e apoio para que esse aluno consiga acompanhar o conteúdo de cursos mais puxados, como Engenharia.` Na área, a evasão chega a quase 40% no primeiro semestre. Para esse acompanhamento, foram contratados este ano 800 bolsistas, que são pós-graduandos das outras três universidades paulistas, para tirar dúvidas dos alunos da Univesp.


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  Achei ótimo o acolhimento, não só do IDEIA, bem como da Universidade Americana.  

Prof. Ronaldo de Souza Pereira
CEFET - RJ




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